Rastreamento veicular: comunicação e consumo de dados

Segundo um estudo da Confederação Nacional de Seguros, no último ano, 57 veículos foram roubados por hora no Brasil. Esta estatística, combinada com a queda da renda da população brasileira, pode demonstrar o porquê de muitos proprietários estarem deixando de lado os seguros automotivos e optando pela instalação de rastreadores veiculares.

Frente a estes fatos, centrais de rastreamento tem se tornando importantes para muitos motoristas que se preocupam com a segurança. Logo, estas empresas precisam estar acompanhando todas as necessidades de seu cliente e entendendo como funciona a comunicação do veículo e o consumo de dados com o rastreador.

Comunicação

Além da possibilidade de acompanhar a localização do veículo em tempo real, os rastreadores veiculares precisam apresentar um baixo custo comparado com as seguradoras. Isso se dá pelo fato do equipamento se comunicar pela rede GPRS, usada pelas operadoras de telefonia móvel.

A rede GPRS é responsável pelo envio da localização do veículo, através da internet, para o satélite utilizado no monitoramento. Ou seja, para o funcionamento total do rastreador veicular, o seu cliente precisa ter um chip GSM.

Consumo de dados

Uma vez que seu cliente está conectado, a cobrança é realizada segundo a quantidade de pacotes de dados transmitidos e não por tempo de conexão de rede. Sendo assim, é possível oferecer a ele um chip pré-pago ou pós-pago.

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Como o rastreador gera tráfego de dados mesmo com o veículo desligado, é sempre importante verificar a existência de créditos ativos no chip inseridos no rastreador. Você pode orientar o cliente a realizar a verificação de forma bem simples: ligando a cobrar para o número do chip presente no dispositivo.

A taxa de transmissão dos dispositivos gira em torno de 1 em 1 minuto, com veículo ligado, e de 12 em 12 horas, com o veículo desligado, podendo ser ajustada segundo as necessidades do seu cliente. A medição é feita em kb (kilobytes) e a quantidade de dados enviados e recebidos pelo rastreador é baixa, se comparada a quantidade necessária para enviar, por exemplo, uma foto via celular.

Rede com problemas: qual é a causa?

Várias podem ser as causas de problemas na rede, que pode causar falhas no rastreamento de veículo. Uma delas está relacionada à disponibilidade da rede por parte da operadora e, no caso de chips pré-pagos, a ausência de créditos ativos. Em alguns momentos, a má configuração do dispositivo também acarreta no não envio de dados de localização ao satélite.

Para evitar problemas assim é importante detectar quando o veículo não está comunicando e colher todos os dados possíveis. Com isso, é possível criar relatórios e protocolos para contornar a situação.

 

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