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5 aspectos que você deve avaliar antes de pedir um empréstimo

Quando resolvemos investir em um negócio próprio, uma das principais dificuldades é se planejar para manter as contas em dia, especialmente em um momento de crise.

Nessas situações, muitos empreendedores resolvem pedir um empréstimo. É claro que essa não é a solução mais agradável, mas pode ser a única disponível.

Nosso objetivo neste artigo é mostrar alguns aspectos importantes que você precisa analisar antes de assinar o contrato com o banco. Reunimos 5 dicas que vão ajudá-lo a evitar abusos, escolher as melhores opções de crédito e evitar riscos para suas finanças. Confira!

1. O modelo de negócios

Um dos pontos-chaves para decidir sobre a melhor hora de pedir um empréstimo é entender bem o modelo de negócio em que esse dinheiro será aplicado. Esse modelo contém a descrição de todos os elementos que compõem o empreendimento e serve para mostrar como eles se integram para gerar retorno financeiro. 

Empréstimos são interessantes para negócios que obtém receita recorrentes e em períodos curtos. 

Por exemplo, uma central de rastreamento veicular costuma iniciar recuperação do investimento inicial logo quando os clientes começam a pagar as primeiras mensalidades.

Como o retorno ocorre geralmente em poucos meses, dá para pensar em contratos com prazos menores que, consequentemente, terão juros mais baixos.

2. O valor ideal

Para descobrir a quantia ideal de crédito para a abertura da sua empresa, elabore um plano de negócios.

Esse documento deve conter um levantamento da estrutura necessária para começar o negócio e estudos de público-alvo, concorrência e demais aspectos que afetam a rentabilidade. Baseando-se nesses dados, será possível estimar o potencial de retorno do valor investido. 

Quando for analisar as propostas de empréstimo, compare as expectativas de retorno com os juros da dívida. A partir daí, determine um nível de endividamento aceitável. Estima-se que o percentual saudável de endividamento de uma empresa nova deve estar próximo de 20%. Valores muito maiores que esse são excessivamente arriscados. 

Para negócios já estabelecidos, um planejamento financeiro inadequado pode ser fatal. Qualquer atitude precisa ser fundamentada por um objetivo claro. Então, antes de pedir dinheiro emprestado, procure ter certeza do que será feito com ele.

Às vezes, a empresa até possui condições de evitar os empréstimos, mas a ausência de bons mecanismos de controle do fluxo de caixa fazem com que o empreendedor cometa erros. Análises mais profundas da situação financeira poderiam revelar métodos mais seguros de resolver os problemas.

3. Opções diversificadas

O mercado financeiro dispõe de uma grande variedade de opções para quem deseja pedir um empréstimo, cada uma com características particulares.

Para quem trabalha com carteira assinada ou é aposentado, o crédito consignado geralmente oferece juros mais baixos. As parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento.

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O crédito pessoal possui como principal característica a facilidade de contratação, pois não exige muita burocracia e o capital é disponibilizado rapidamente. Atualmente, já é possível solicitar esse tipo de serviço de forma totalmente online. O ponto fraco é a taxa de juros, que tende a ser mais alta. 

Outra alternativa para conseguir empréstimos com juros menores é oferecer bens como garantia. Isso reduz o risco do contrato para a instituição financeira, puxando a taxa para baixo. Essa modalidade tende a oferecer prazos mais longos e parcelas menores. Evidentemente, haverá o risco de perder o bem, caso os pagamentos não sejam realizados.

Existem ainda as linhas de crédito voltadas para empreendedores. Grande parte das instituições financeiras privadas costuma oferecer alternativas bem acessíveis para quem deseja abrir um novo negócio.

Além disso, vários bancos públicos possuem programas de financiamento mantidos com recursos do governo, oferecendo taxas de juros mais baixas. 

É importante destacar que pedir um empréstimo é indicado apenas para casos em que todas as outras possibilidades se esgotaram. 

Se você possui reservas financeiras ou pode vender algum bem para conseguir mais verbas, não se precipite. Até uma readequação do orçamento pessoal, com cortes em despesas supérfluas, pode ajudar a economizar mais dinheiro e evitar dívidas.

4. O Custo Efetivo Total (CET)

Independentemente da modalidade de crédito escolhida, atente-se aos detalhes do contrato e compare propostas de várias instituições para evitar abusos. Antes de ir ao banco, aprenda sobre o significado de alguns termos comuns da área financeira para não correr o risco de aceitar um negócio ruim. 

A primeira coisa que você precisa compreender é o famoso Custo Efetivo Total (CET) da operação de crédito. Muitas vezes, o banco informa uma taxa de juros no momento da contratação, mas você acaba percebendo que as parcelas apresentam percentuais mais altos.

Isso acontece porque o CET considera todas as tarifas e encargos incidentes sobre a operação. Além da taxa de juros, ela inclui impostos, seguros, custos de registro dos contratos e outras despesas que nem sempre são bem explicadas. Por causa disso, nem sempre o banco que oferece a menor taxa de juros é o mais vantajoso.

5. O prazo para pagamento

Na hora de avaliar as alternativas, não cometa o erro de olhar apenas o valor da parcela, porque outra armadilha comum nas negociações de empréstimos é o prazo de pagamento. Geralmente, empréstimos com prazos curtos e parcelas muito altas não são interessantes, pois comprometem o orçamento da empresa em curto prazo.

Por outro lado, uma quantidade muito grande de prestações pode limitar sua capacidade de crescimento e atrapalhar investimentos para expansão da empresa no futuro.

Procure a opção que oferece melhor equilíbrio entre a quantidade de parcelas e o valor delas. Os simuladores oferecidos pelas instituições financeiras são ferramentas interessantes para analisar esse ponto com mais calma.

Depois de estudar cuidadosamente todos os elementos que abordamos neste artigo, você certamente estará mais preparado para tomar a decisão correta no momento de pedir um empréstimo.

Um planejamento financeiro bem feito evitará muita dor de cabeça e, sem dúvidas, garantirá a sustentabilidade do seu negócio em longo prazo.

E aí, o que achou do post? Agora que você aprendeu um pouco mais sobre o que deve avaliar na hora de pedir um empréstimo, é hora de dividir conosco suas experiências, dúvidas e sugestões. Deixe seu comentário e ajude-nos a enriquecer este conteúdo.

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