Os erros mais comuns para quem está começando

Instalar softwares, comprar rastreadores, adquirir chips e planos, contratar equipe para instalar os equipamento. São vários detalhes que precisam ser acertados quando se decide iniciar uma central de rastreamento. Além da parte de “logística”, é preciso ainda entender o mercado, como se comportar com a concorrência, saber o que oferece ao seu cliente e como fazer isso da maneira certa. Muita informação para se aprender e muito para se planejar. Mas nada que seja impossível.

No meio deste caminho, é muito comum que algumas etapas sejam puladas, seja para agilizar o processo ou por falta de conhecimento. Com isso, surge um grande problema: o comprometimento de toda a operação. Isso porque, detalhes que são deixados de lado podem resultar em um serviço incompleto, com erros ou mal feito. Hoje, existem plataformas que podem te ajudar e orientar a não esquecer nada. Fique atento e conte com elas sempre que possível.

Uma das etapas mais importantes antes de instalar um rastreador no veículo é a mais ignorada por muitos operadores. A falta de orientação e de conhecimento sobre esse momento são algumas das razões que levam a esse erro. Por isso, vamos explicar um pouco sobre como fazer isso.

Teste em bancada

Para isso, é preciso de alguns itens essenciais: uma fonte chaveada de corrente contínua 12v, 3 amperes, com regulagem de tensão; um alicate pequeno de precisão; um multímetro. tendo a “bancada”, você pode partir para os testes.

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É essencial que o teste seja feito em bancada para certificar que o equipamento esteja comunicando corretamente antes de instalá-lo no veículo. O teste consiste em cadastrar o rastreador na plataforma que esteja sendo usada, criar um veículo teste nela e vincular o equipamento a ele.

Instale um chip que tenha pacote de dados e esteja funcionando corretamente no rastreador. Certifique-se de que ele esteja devidamente configurado e, caso não esteja, configure-o a partir do software do fornecedor. Em uma área livre de interferências externas, ligue o equipamento na fonte, seguindo a documentação do fabricante.

Agora é só conferir o cadastro no sistema e aguardar os pacotes surgirem no mesmo. Normalmente levam-se poucos minutos para isso. Estando tudo funcionando corretamente, o rastreador pode ser aplicado no veículo de seu cliente. Pular esta etapa pode trazer problemas que incluem registros incompletos ou nulos de toda operação. Prejuízos podem ir além do operacional, chegando também ao financeiro.

Outros erros

Apesar de ser o mais comum, a falta do teste em bancada não é o único erro cometido em centrais de rastreamento. Existem outros que apresentam problemas para a operação e comprometem os resultados, como os listados abaixo:

Equipamento em área de sombra: isso ocorre quando não há registros de dados do veículo. Ou seja, ele entrou em um área em que não há comunicação entre o rastreador e o sistema. Este não chega a ser um erro causado pelo dono da central, mas não saber contorná-lo pode causar problemas. Em casos de áreas de sombra, não há registros da localização do carro e o dono da central deve saber quais áreas são essas e, em situações de roubo, deve comunicar a polícia a última comunicação do veículo.


Configuração e instalação incorreta do equipamento: deixar a instalação e configuração nas mãos de seu cliente pode trazer um grande problema. Quando o rastreador é operado por alguém que não tem um preparo para isso, ele pode ser instalado e configurado de forma errada, não registrar nada, ou ter registros incompletos. A melhor opção é deixar isso para quem entende e está preparado. Saiba mais sobre as configurações do rastreador e o que levar em conta na hora de comprar.




Escolha da operadora: a compra do chips é um ponto importante. É dele que vêm os dados que permitem o registro de dados da operação. Escolher uma operadora que não tenha uma cobertura boa ou que tenha um serviço problemático, com queda de sinal constante, pode comprometer todo o serviço.


Má gestão de chips: se tornou comum empresas perderem o controle do parque instalado por não controlarem os chips que estão em campo. Gerir a quantidade, consumo e conectividade em campo evita que você pague por algo que não usa. Entenda mais sobre o consumo de dados e gestão de chips.


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