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Código CNAE: é preciso para abrir empresa de rastreamento veicular?

Se você chegou até aqui, certamente está considerando abrir um negócio e enxerga uma boa oportunidade no setor de rastreamento. Quando alguém está começando a empreender, é comum surgir uma grande quantidade de dúvidas enquanto a ideia se desenvolve. Geralmente, os questionamentos mais frequentes estão relacionados a questões burocráticas, como o famoso código CNAE.

Ao longo deste artigo, vamos explicar o que esse código representa e como ele influencia no processo de estruturação de uma empresa de rastreamento veicular. Além disso, você ainda terá uma visão geral sobre o funcionamento desse setor, as perspectivas para o futuro e uma série de orientações para facilitar os primeiros passos do seu negócio. Confira!

O que é preciso para abrir uma empresa de rastreamento veicular?

Antes de falar mais profundamente sobre o CNAE, é importante destacar que a abertura de uma empresa em qualquer segmento requer alguns cuidados básicos. Você precisa estar bem preparado para lidar com nuances do mercado, exigências dos consumidores e responsabilidades típicas da atividade empreendedora. Veja os elementos essenciais para abrir sua própria central de rastreamento.

Entender a tecnologia de rastreamento

A montagem da estrutura de uma empresa de rastreamento veicular depende do entendimento das várias tecnologias que ela utiliza e da maneira como elas se interligam. Basicamente, o rastreador instalado no veículo coleta um certo volume de dados, que é transmitido para os servidores da central. Lá, a plataforma de rastreamento consolidará esses dados e os transformará em informações úteis.

O primeiro ponto de atenção para quem quer ter sua própria central é justamente a escolha de um bom software de rastreamento. É por meio dele que os clientes acessam o que foi coletado pelos rastreadores e processado nos servidores. O ideal é que os usuários possam verificar as informações em relatórios detalhados e precisos.

O item seguinte é o equipamento a ser instalado nos veículos. Há muitos modelos de rastreadores no mercado e, antes da aquisição, é necessário determinar de que maneira ele se comunicará. Os modelos mais comuns utilizam a tecnologia GPRS e precisam de chips M2M e um plano de dados para se conectar à rede. Outras alternativas são os rastreadores satelitais e via radiofrequência.

O processo de instalação e configuração dos rastreadores deve ser cuidadoso. Os profissionais encarregados por esse procedimento devem escolher um local adequado dentro do veículo e fazer testes para garantir a eficiência do equipamento. Dependendo da complexidade dos dados a serem coletados, o dispositivo pode necessitar de mais sensores para atingir seu objetivo.

Definir o modelo de negócio

O planejamento é essencial para que sua empresa tenha mais chances de sobreviver e crescer. Esse processo passa pela definição clara dos serviços que serão oferecidos aos clientes. Sua central vai lidar especificamente com o rastreamento de carros para pessoas físicas ou fornecerá algo mais sofisticado para empresas? Essa e outras perguntas vão ajudá-lo a desenvolver seu modelo de negócio.

Para atender pessoas físicas, os rastreadores precisam disponibilizar a localização do veículo em tempo real e permitir que o proprietário a verifique pela internet. Opções como botão de pânico e bloqueio do veículo são excelentes atrativos para clientes desse perfil.

Agora, para que sua empresa consiga atrair clientes empresariais, será necessário ir além das funções de segurança veicular. Gestores de frotas se interessam por opções que identifiquem o uso dos veículos em horários inadequados e locais não autorizados, por exemplo. Eles também desejam serviços de telemetria que permitam coletar dados de desempenho do veículo.

Muitas empresas estão dispostas a pagar mais por alternativas que proporcionem altíssimo nível de detalhamento. Dados que permitam o controle do consumo de combustível, o monitoramento do condutor, a otimização das rotas utilizadas e a manutenção preventiva do veículo são grandes diferenciais.

O seu modelo de negócio também pode incluir serviços de assistência 24 horas. Esse costuma ser um gargalo de alto impacto para empresas iniciantes, devido ao alto custo de contratar e treinar os profissionais de atendimento. Entretanto, já existe a possibilidade de terceirizar a equipe e contar com pessoal capacitado desde o início, sem ter que se preocupar com as questões trabalhistas.

Desenvolver habilidades empreendedoras

Acompanhar as atividades de uma empresa, analisar o desempenho dela e fidelizar clientes sempre exigirá comprometimento. Só para começar, você deve dedicar algum tempo para obter o CNPJ. Ele garantirá que sua central de rastreamento atue dentro da legalidade. Pensar nas questões tributárias é inescapável. E é aqui que entra o CNAE, como você verá mais adiante.

Muitos outros detalhes vão demandar sua atenção para que a empreitada dê bons resultados. Um dos mais importantes é a precificação a definição do valor que fará seus serviços serem atrativos para o público-alvo ao mesmo tempo em que gera lucro e faz todo o esforço valer a pena.

As questões legais da relação com os clientes não podem ser negligenciadas e os contratos devem ser bem formulados. O mesmo pode ser dito sobre o relacionamento com os funcionários. Obviamente, deve haver um bom plano de marketing para que seus serviços alcancem potenciais compradores. Todos esses elementos compõem uma engrenagem complexa, a qual exigirá ajustes constantes.

Vale a pena abrir uma central de rastreamento veicular?

O tópico anterior serviu para mostrar o tamanho do desafio que se assume ao investir na montagem de uma central de rastreamento. Embora o nível de responsabilidade envolvido nesse tipo de negócio seja elevado, os ganhos também são. Toda a aparente complexidade do empreendimento é compensada pelo altíssimo potencial de crescimento que o setor tem a oferecer.

Para se ter um ideia desse potencial, basta consultar alguns dados sobre o país. Um levantamento feito pelo Empresômetro, em parceria com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), mostra o tamanho da frota brasileira de veículos em circulação. São 65,8 milhões de automóveis, veículos comerciais leves, ônibus, caminhões e motocicletas.

Outro estudo, publicado em 2014 pela Gristec (Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento), revelou que apenas 2,3 milhões de veículos no país tinham algum sistema de rastreamento. Isso mostra um enorme campo de atuação ainda a ser explorado pelas empresas do ramo, as quais podem obter um excelente retorno sobre o valor investido.

Como é o mercado de rastreamento veicular?

Um dos principais motivos para que uma pessoa ou empresa se interesse por um serviço de rastreamento veicular é a segurança. O aumento da violência urbana nas últimas décadas criou um cenário em que investir em sistemas de localização em monitoramento se tornou indispensável na maioria das cidades.

Outra variável decisiva para o segmento é que as empresas tendem a contar com mais veículos e precisam de apoio tecnológico para a gestão de frotas. Trafegar pelas cidades é uma tarefa cada vez mais complexa, mesmo fora das capitais. Existe a necessidade de monitorar a atuação dos motoristas e o desempenho no transporte e entrega de mercadorias.

Nesse cenário, o mercado de rastreamento veicular pode ser dividido em dois grandes grupos. O primeiro é o dos veículos pesados que trafegam nas grande rodovias interestaduais. A maior parte dessas estradas não conta com boa cobertura de telefonia celular. Por isso, a alternativa costuma ser o rastreamento via satélite, embora esse seja um serviço mais caro.

No segundo grupo estão os veículos médios e leves. São os caminhões de menor porte, veículos de passeio e utilitários que trafegam nas regiões urbanas. Geralmente, a procura por serviços de rastreamento para eles também está atrelada às exigências das seguradoras, as quais oferecem descontos para carros que contenham dispositivos de localização.

Quais são os serviços oferecidos?

Para ampliar seu alcance no mercado, uma central de rastreamento pode oferecer pacotes de serviços que se diferenciam pela complexidade e atendem a perfis diversificados. A seguir, explicaremos os três principais modelos para quem fornece tecnologia de rastreamento veicular.

Rastreamento

O rastreamento é o serviço de acompanhamento mais básico que uma central pode oferecer para o acompanhamento de uma frota. Nele, os rastreadores utilizam a rede GPRS para determinar a localização do veículo em um momento específico. O software da central permitirá que o usuário verifique esse posicionamento geográfico com funções simples.

Junto com o rastreador, é possível instalar o chamado botão do pânico. Trata-se de uma espécie de campainha conectada ao equipamento de localização. Ao ser acionada, ela emite um sinal elétrico para o rastreador, o qual informará o ocorrido à central ou para um usuário. É um mecanismo à disposição do motorista para situações de emergência.

Ainda pode ser adicionada a função para bloqueio do fluxo de combustível. Quando acionada, essa opção faz com que o carro pare, impedindo que ele se afaste muito após uma situação de roubo ou furto. É uma solução ideal para empresas que registram grande incidência de roubo de cargas, pois aumenta bastante as chances de recuperação.

Monitoramento

O monitoramento inclui as funcionalidades de rastreamento e ainda agrega um sistema capaz de gerar relatórios ou alertas para determinadas ações executadas por quem conduz o veículo. Ele pode ser utilizado, por exemplo, para acompanhar o comportamento do motorista no trânsito.

Guia completo: tudo o que você precisa saber sobre o mercado de monitoramento veicularPowered by Rock Convert

Um sistema de monitoramento mostra a posição do veículo, o sentido para o qual ele está se movimentando e sua velocidade. Ele é uma ferramenta extremamente útil para a logística, pois proporciona informações sobre os locais de parada, o tempo consumido em cada uma delas e possíveis desvios na rota planejada.

Uma das funções mais atrativas é a cerca virtual. Os gestores definem o perímetro em que o veículo poderá circular. Caso ele ultrapasse esse limite, o rastreador enviará um sinal de alerta imediatamente, indicando a possibilidade de um roubo.

Telemetria

A telemetria traz tudo que os métodos citados acima já têm, mas coleta informações muito mais detalhadas sobre o veículo. Os possíveis usos dessa tecnologia já são bem conhecidos por quem é fã de automobilismo. Em campeonatos como a Fórmula 1, sistemas de telemetria permitem medir em tempo real as condições de cada peça de um carro.

Com base nessas informações, as equipes fazem ajustes precisos para cada circuito remotamente e orientam os pilotos sobre possíveis alterações para otimizar o desempenho em cenários variados. Nos carros comuns, os equipamentos de telemetria podem ser instalados para coletar informações como rotação do motor e uso da embreagem e dos freios, dentre outros itens.

Uma análise profunda desses dados proporciona a manutenção preventiva da frota. Ao evitar falhas inesperadas, as empresas reduzem significativamente os gastos com problemas mecânicos e elétricos. O resultado é o aumento da produtividade.

Afinal, o que é código CNAE?

Agora, vamos nos aprofundar nas informações sobre a CNAE. A sigla se refere à Classificação Nacional de Atividades Econômicas. Trata-se de um instrumento utilizado por diversos órgãos da administração tributária do país para padronizar os códigos correspondentes a cada atividade econômica.

Ela é aplicável a qualquer agente econômico responsável pela produção de bens e serviços. Portanto, podemos dizer que a CNAE alcança empresas e órgãos privados e públicos, instituições sem fins lucrativos e até profissionais autônomos, mesmo que eles atuem apenas como pessoa física.

A elaboração da CNAE foi coordenada pela Secretaria da Receita Federal e teve orientação técnica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Também participaram do processo representantes da União, dos Estados e dos Municípios. Os códigos e suas respectivas denominações foram oficializados por meio de resoluções publicadas pelo CONCLA (Comissão Nacional de Classificação) em 2006.

Para que serve o código CNAE?

O código CNAE tem vários impactos na administração de uma empresa. O principal deles é a interferência nos tributos a pagar. Por isso, um erro na hora de determinar os códigos correspondentes aos produtos ou serviços oferecidos implica riscos financeiros. Sua empresa pode acabar pagando impostos que não deveria, sofrer com a bitributação e ter que arcar com obrigações desnecessárias.

Por outro lado, com um planejamento tributário adequado e o enquadramento correto do CNAE, as organizações podem usufruir de incentivos fiscais e contar com alíquotas diferenciadas. Esse fator é ainda mais relevante para empresas enquadradas no Simples Nacional, um regime tributário destinado a microempresas ou empresas de pequeno porte.

Ao formalizar sua opção pelo Simples Nacional, a apuração dos tributos devidos pela empresa fica relativamente mais fácil. O recolhimento acontece por meio de uma guia única, conhecida com DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), a qual abrange os valores dos seguintes tributos:

  • CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido);

  • IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica);

  • PIS/Pasep (Programa de Integração Social / Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público);

  • Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);

  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços);

  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);

  • ISS (Imposto Sobre Serviços);

  • Contribuição para Seguridade Social.

A adesão ao Simples Nacional está condicionada a uma série de fatores. Um deles é justamente a classificação correspondente ao código CNAE. Além disso, há algumas situações relacionadas aos sócios ou ao faturamento anual que podem impedir que a empresa entre no Simples. Por isso, é indispensável contar com o auxílio de um contador para fazer o enquadramento do seu negócio.

O CNAE também é utilizado para consultar o grau de risco de uma atividade profissional. Esse indicador, relacionado à gestão da segurança do trabalho, também influencia no pagamento de impostos. Quanto maior o grau de risco, mais elevada será a alíquota do SAT (Seguro de Acidente de Trabalho). Ela pode ser de 1%, 2% ou 3% sobre o total de remunerações pagas pela empresa.

É preciso um código CNAE para abrir uma empresa de rastreamento veicular?

Como mencionamos acima, a classificação via código CNAE é aplicável a qualquer agente econômico e, evidentemente, isso inclui as empresas de rastreamento veicular. Elas são enquadradas na classe 80.20-0, a qual se refere a atividades de monitoramento de sistemas de segurança. De acordo com as notas explicativas fornecidas pela CONCLA, essa classe compreende as seguintes atividades:

  • venda de serviços de sistemas de segurança eletrônicos, como os alarmes de proteção contra roubos e incêndios;

  • venda de serviços de monitoramento de bens e pessoas;

  • instalação, reparo, reconstrução e ajuste de mecanismos de segurança.

As notas explicativas da CONCLA também mencionam outras atividades, as quais não fazem parte da classificação 80.20. Entretanto, nada impede que uma empresa seja enquadrada em vários códigos CNAE, caso opte por oferecer serviços com classificações distintas. O cuidado, nessas situações, é com a definição da atividade principal e das atividades secundárias.

Como saber qual o código específico?

Antes de mais nada, se você pretende ter sua própria central de rastreamento veicular, é necessário compreender bem o que é esse tipo de negócio. Trata-se de uma empresa que oferece serviços no setor de segurança eletrônica para automóveis, os quais se destinam, basicamente, ao atendimento de dois objetivos: recuperação veicular e logística.

O que a central faz, portanto, é oferecer um serviço no modelo de comodato, responsabilizando-se pelo funcionamento correto do rastreador instalado no veículo. Esse equipamento se comunica com uma plataforma de rastreamento por meio de chips. Essa definição corresponde com a descrição do código CNAE 80.20 que apresentamos no tópico anterior.

Se você pretende agregar outros produtos ou serviços a essa atividade principal, será necessário encontrar seus códigos CNAE também. Para isso, acesse o sistema CNAE-Fiscal, disponível no site do IBGE. Em seguida, siga os passos seguintes:

  1. clique na guia Estrutura;

  2. selecione a seção que melhor descreve a atividade que sua empresa exercerá;

  3. faça o mesmo para os itens Divisão, Grupo, Classe e Subclasse.

Você perceberá que o próprio site traz informações mais detalhadas sobre cada atividade. Pode ser que ele mesmo indique outras classes e subclasses que se adequem melhor ao tipo de negócio que você pretende desenvolver. E não custa nada repetir: é recomendável contar com o apoio de especialistas em contabilidade para ter certeza de que está tudo correto.

Quais são as tendências para o mercado?

Todo empreendedor de sucesso sabe que é imprescindível acompanhar as novidades para se manter relevante ao longo do tempo. Empresas gigantescas já deixaram de existir por não terem observado mudanças drásticas em seus segmentos. No caso do rastreamento veicular, o principal ponto a ser observado é o surgimento de tecnologias inovadoras.

Dentre as de maior destaque, podemos citar a tecnologia Sigfox. Ela é uma rede desenvolvida com foco na transmissão de dados, feita para aprimorar as conexões entre dispositivos baseados no conceito de IoT (Internet of Things ou, em português, Internet das Coisas). Seu diferencial em relação aos tipos de rede atuais é que ela funciona com baixíssimo consumo de energia.

Dispositivos conectados a uma rede Sigfox só precisam enviar e receber pequenos pacotes de dados entre si, dispensando tarefas de processamento. Eles são capazes de transmitir dados a longa distância, mesmo quando há ruídos ou interferências que costumam afetar o funcionamento de outras redes. Por isso, são muito mais confiáveis.

Além de ver como evoluem as tendências no rastreamento veicular, fique de olho nas inovações do setor automotivo. As características previstas para os carros do futuro dizem muito sobre o rumo que os serviços de rastreamento tomarão nas próximas décadas. Na verdade, algumas dessas mudanças já estão em andamento e seus resultados já se fazem presentes em nossas vidas.

Os testes de empresas como Google e Uber com carros autônomos já são bastante frequentes. Ambos utilizam sistemas de telemetria de GPS para funcionar. Os carros conectados, capazes de mapear o que está em volta e evitar acidentes, devem surgir nos próximos anos.

A telemetria também é um dos pilares para a tecnologia de realidade aumentada. A ideia é projetar dados de consumo de combustível, velocidade e demais informações no para-brisa dos automóveis. Perceba que, além de já ter um mercado amplo para explorar, as empresas de rastreamento contam com um cenário bastante otimista no horizonte.

Depois de tudo que abordamos aqui, você tem bastante informação para ajudar na montagem da sua própria empresa de rastreamento veicular. Esse segmento certamente é muito desafiador, mas a recompensa para quem se dedica a conhecer seus detalhes e agregar novos conhecimentos é promissora.

Agora que você sabe o que é o código CNAE, de que maneira ele interfere na abertura de uma central e como estar pronto para o sucesso nesse mercado, aproveite para assinar nossa newsletter. Você receberá uma série de conteúdos exclusivos sobre o setor de rastreamento veicular e dicas valiosas para obter sucesso com seu negócio.

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